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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

1 minuto para mudar o seu pensamento

Foto Divulgação
Por favor compartilhem este vídeo o máximo possível, é um pensamento que pode mudar a vida de muita gente! Compartilhe esta Ideia!



Por: Danilo Vieira - Canal 




terça-feira, 12 de agosto de 2014

A importância de um abraço

Foto reprodução youtube

1 Minuto e reveja seus conceitos!!
Já deu abraço em Alguém Hoje? então vejam este vídeo feito por Danilo Vieira.
Por favor compartilhem este vídeo o máximo possível, é uma Iniciativa que pode mudar a vida de muita gente!!!



Por: Danilo Vieira - Canal 



quarta-feira, 21 de maio de 2014

Gregory Kloehn transforma lixo em casas para os desabrigados

Por Danilo Cardoso
maio 21, 2014 


Na Califórnia o artista Gregory Kloehn muitas vezes reaproveita o ainda completamente utilizável lixo e detritos de ruas que ele encontra nas ruas. Seu projeto em casas de moradores de rua leva esta ideia um passo adiante, oferecendo auxílio real através da criação de habitação para os sem abrigo em Oakland. Kloehn e seus voluntários reciclam e reutilizam objetos para oferecer pequenas casas de mobilha e ainda com um quê a mais, são casas móveis (elas são sobre rodas), a maioria são de tamanho de um sofá ou uma pequena sala. Essas casas de moradores de rua oferecem um lugar seguro e proteção para as necessidades da Comunidade sem-abrigo.

“Coisas que as pessoas só jogam fora na rua podem dar a alguém um lar viável” Kloehn disse em entrevista à NBC News. É uma solução para a falta de moradia? Pode ser uma resposta, uma tentativa.

Kloehn descreve melhor seus objetivos no site do projeto, “nosso objetivo é reunir pessoas imaginativas e materiais descartados para fazer abrigos móveis, robustos e inovadores para os desabrigados”.

Iniciativa muito legal! Confiram as casas construídas.













Fonte: http://mslove.co
Projeto: http://homelesshomesproject.org






terça-feira, 25 de março de 2014

Garçom chique alimenta moradores de rua: veja a reação

Foto:reprodução/Youtube
Um garçom vestido a caráter, com bandeja e muita gentileza, caminha pelas ruas servindo boas refeições para moradores de rua.
Não isso não é pegadinha, nem brincadeira.
É uma onda de boas ações que está se espalhando pelo mundo, via internet.
Desta vez é pessoal do PublicPrank que está usando sua tecnologia e know-how para ajudar pessoas menos favorecidas.
O grupo, especializado em fazer pegadiças, aderiu aos vídeos do bem, como o Molo Nation, que já mostramos aqui no SNB.
A ação do vídeo mais recente, chamado Waiter For The Homeless - Garçom Para Desabrigados - se passou nas ruas dos EUA.
O rapaz que faz o garçom chama-se DJ Sennett.
Ele mora em Los Angeles, Califórnia, EUA.
Em uma semana no ar o vídeo bateu 370 mil acessos no Youtube.

Assista:



Fonte: http://sonoticiaboa.band.uol.com.br


sábado, 22 de março de 2014

Garotos doam dinheiro do Youtube para mendigos: veja a reação

Foto: reprodução/Youtube
Os rapazes do Molo Nation tiveram uma ideia incrível.
O grupo americano, que faz vídeos e pegadiças para a internet, decidiu transformar o primeiro salário em solidariedade.
Com isso os jovens ganharam agradecimentos, orações e um belo marketing gratuito.
Eles decidiram doar todo o dinheiro que receberam do Youtube, pelo primeiro vídeo que fizeram.
E saíram às ruas em busca de moradores de rua, pessoas carentes, sem-teto.
O resultado é um vídeo cheio de alegria e emoção, chamado Giving Money to the Homeless - Dando Dinheiro para Sem-Teto.
Nele, foi gravada a reação dos moradores de rua ao ganhar um abraço e receber o dinheiro.
Uns choram, outros agradecem, outros rezam pelos rapazes doares.
Os garotos do Molo Nation dizem na página do post no Youtube: "Decidimos dar todo o dinheiro que fizemos do nosso primeiro salário para as pessoas carentes nas ruas. Esperamos que você continue assistindo nossos vídeos e apoie o nosso movimento! Obrigado!"

Veja o trabalho deles:



Fonte: http://sonoticiaboa.band.uol.com.br





sábado, 18 de janeiro de 2014

Ex-viciado vira celebridade ao largar drogas para cuidar de um gato

Em Londres, James conta que agora Bob, o bicho, só come ração de primeira. A refeição custa o equivalente a R$ 400 por mês.

Foto divulgação
A história de um morador de rua de Londres, na Inglaterra, é diferente. Tem a ver com o sofrimento das drogas e com a importância de uma amizade.

Um miado salvou duas vidas. A do próprio gato e a do rapaz que encontrou o bicho, machucado, miando de dor no centro de Londres. O gato é Bob, o rapaz é James. Um músico de rua que por 10 anos foi viciado em heroína.

Bob era o parceiro que faltava para James. O gato deu à vida do músico um novo sentido. Para cuidar do bicho, ele decidiu largar as drogas. A dupla passou a fazer o maior sucesso com o público. Só faltava um livro: 'Um gato de rua chamado Bob' se transformou no maior fenômeno editorial na Grã-Bretanha. Já foi traduzido para 16 idiomas, inclusive português.

Agora, o gato e o dono mal conseguem trabalhar por causa da fama. James é obrigado a parar de cantar a todo instante para tirar fotos e vender o livro, que vem autografado pelo autor e também por seu principal personagem.

“Ele me dá amor, não exige nada em troca além de amor também. Acho que qualquer bichinho de estimação pode fazer esse papel. Bob teve o mérito de me devolver o senso de responsabilidade”, relata James.

James conta que agora Bob só come ração de primeira. A refeição custa o equivalente a R$ 400 por mês. Apenas um quinto do que James gastava com drogas até cinco anos atrás.

“Estou limpo. Reatei relações com meus pais e irmãos e tenho amigos de novo”, comemora James.
Mas nenhum mais próximo do que Bob. O gato que continua nas ruas, só que agora, bem acompanhado.

ASSISTA AO VIDEO:


Fonte: http://g1.globo.com
09/07/2012



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cães aliviam dura realidade de moradores de rua

Eles protegem seus donos e muitas vezes são seus únicos amigos verdadeiros. Entenda por que o apego e a ternura entre homem e cachorro são mais fortes nas ruas.

Para quem vive nas ruas, cuidar de um cão pode ter diversas funções: no caso de Samuel, seus companheiros guardam a praça onde dorme e ajudam diariamente na busca por comida (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)

Era tarde da noite, Samuel dormia em sua barraca montada em um canto de uma praça na região central de São Paulo. Do lado de fora, um homem percebeu que o lugar estava vulnerável e resolveu aproveitar a oportunidade: se esgueirou pela fresta da tenda de lona e, com uma faca na mão, gritou ameaças. Assustado e com sono, Samuel pouco poderia ter feito para evitar o delito. Mas seu companheiro estava em alerta. Costela é um dos quatro cães que vivem com o morador de rua e guardam a praça de madrugada. Ele percebeu logo que o estranho era mal-intencionado. Não apenas latiu e rosnou para o homem, como também avançou em seu braço. Ao expulsar o invasor, Costela fez bem mais do que simplesmente proteger seu território. Ele também possivelmente salvou a vida de seu dono.


A proteção é apenas uma das facetas da relação mantida entre aqueles que vivem nas ruas e seus animais. Além de guardarem seus donos dos perigos, os cães se mostram seus companheiros inseparáveis. São muitas vezes considerados por essas pessoas como o único ser vivo no qual podem confiar plenamente. Em troca de todo o carinho e amor que recebem, eles dedicam a seus amigos humanos um grau de lealdade que parece não ter limites.

"Ela deve ter pedigree"

O carinho por Lobinha é tamanho que Samuel enxerga nela um cão com pedigree (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)
É o caso de Samuel e Lobinha, uma cadela preta que apareceu há cerca de sete meses na Praça Sam Rabinovich, no Bom Retiro. Estava tão desnutrida quando chegou que o morador do local precisou molhar a ração antes de alimentar o animal. Hoje, já forte e saudável, Lobinha virou o xodó do homem de 42 anos. “Ela me dá carinho. Gosta de tomar banho, ontem mesmo eu dei, também não pega pulga nem carrapato”, diz. A cadelinha é tão querida pelos moradores da região que já chegaram a oferecer R$100 por ela. “Não quis vender, me apeguei muito. Ela deve ter pedigree. Queria que fizesse um comercial”, comenta Samuel.

Há cerca de quatro meses, Lobinha entrou no cio e atraiu à praça três machos, que acabaram ficando por lá. O Brisa é branco e preto, tem um quê de dálmata e, segundo o morador, é o “dono do pedaço”. Ele protege a Lobinha quando ela está no cio e, em troca, conquistou o privilégio de ser o único a cruzar com ela. E pelo visto tem dado conta do recado: a cadela já espera filhotes. Os outros são o Costela, seu maior protetor, um cão bege de pêlo mais longo que, de acordo com Samuel, tem mais sensibilidade para descobrir a maldade nas pessoas, e o Alemão, também bege, de pelagem curta e porte menor. Irreverente, Samuel ensinou até inglês aos seus cães: ao invés de chamá-los pelo clássico “vem”, ele usa “come on” e, quando quer que parem, diz “stop”.

No trato com a comida é que a intensidade da relação homem-animal nas ruas fica mais evidente. É comum um mendigo ganhar um pão e, mesmo com fome, dividi-lo com seu cachorro. Samuel conta que, em sua busca diária por algo para comer, seus quatro amigos o ajudam muito. “Eles me avisam qual saco de lixo tem comida, começam a cheirar e a latir”, diz.


"Ele confia em mim"

Embaixo do viaduto onde vivem, Samuel e seu cachorro nutrem uma relação de íntima cumplicidade (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)
Longe dali, em outra parte da cidade, é possível verificar o mesmo apego entre os moradores de rua e seus animais. Embaixo do Viaduto Mofarrej, próximo à estação de trem Vila Leopoldina, moram em torno de dez pessoas. Ali, José Eduardo Sobrinho vive há nove meses com seu cão, o Jerônimo, que tem cerca de quatro anos. Assim como Lobinha, foi ele que veio de encontro ao dono: em uma rua próxima, José passou pelo animal, que desde então permaneceu ao seu lado. Ele afirma que os outros moradores do local não gostam de Jerônimo. “Acham que ele é viado, só porque ao invés de chegar lambendo parece que vem rebolando”, conta.

Mesmo não sendo tão bem tratado pelos amigos de José Eduardo, o cachorro não retribui da mesma maneira. O morador, de 33 anos, mencionou um episódio envolvendo um de seus colegas no qual a participação de Jerônimo foi decisiva. “Um dia, um amigo estava dormindo em um lugar meio alto e caiu, ralou todo o rosto. Ele veio e latiu para me avisar”, relata. Ainda assim, o vínculo mais forte e fiel é com o dono. Segundo ele, além de guardar seus pertences, o cão é seu maior companheiro. “Se for andando daqui até o Japão, ele vai junto”, diz. Nas palavras de José, a relação entre os dois é de amor, carinho, afeto e confiança. O motivo de tamanho envolvimento, de acordo com o homem, é simples: “porque ele confia em mim”.


"Ele tem o mesmo nome que eu"

Jow come do mesmo pão que o dono João Batista e protege sua carroça com unhas e dentes (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)
Embaixo daquele mesmo viaduto, João Batista Dornellas vive com seu amigo canino, o Jow. O porte do animal sugere que corre sangue de rottweiler em suas veias. Quando não está ali, João costuma rodar pelas ruas da região com sua carroça em busca de materiais recicláveis, uma das poucas formas de juntar algum dinheiro lícito nas ruas. Aonde quer que vá, Jow o acompanha. “Ele guarda a minha carroça, só os amigos podem mexer. Se chegam perto de mim ele rosna”, diz o homem de 50 anos.

Ele afirma que seu cão é quem manda ali, basta pedir para “pegar” que ele avança, tanto em cachorros quanto em pessoas. Para demonstrar que não estava exagerando, gritou “pega” e, de imediato, o animal partiu para cima de Jerônimo. Antes que o outro pudesse se machucar, ordenou que parasse, e a resposta foi instantânea. Quando se vive nas ruas, ter um protetor leal, forte e obediente pode fazer toda a diferença.


O encontro dos dois aconteceu de forma inusitada há cerca de oito anos: o morador de rua andava com sua carroça por uma favela no bairro da Água Branca, próximo à Marginal Tietê, quando notou que a estrutura estava balançando. Quando foi checar, deu de cara com Jow comendo suas marmitas. Por incrível que pareça, não houve briga entre os dois, e desde então não se separaram. “Ele tem o mesmo nome que eu”, diz o homem, emocionado. “Esse cachorro é meu melhor amigo, ele me defende. É melhor que minha família”.


Fonte: http://revistagloborural.globo.com




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