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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Criança dá lição de amor a pai curioso ao cuidar secretamente de cachorros moribundos

Foto Divulgação
Um pai curioso ficou atordoado depois que seguiu seu filho em suas caminhadas diárias nas Filipinas e descobriu o que ele andava fazendo saindo para passear com a sua mochila nas últimas duas semanas. Ao chegar a um ponto da rua, vários cães de rua infectados com sarna, uma doença de pele causada por parasitas, se aproximaram e o menino começou a alimentá-los.

"Eu tenho vergonha de dizer que estava enojado. Mas o meu filho mudou a minha perspectiva", escreveu ao postar as imagens no Reddit, se lembrando da primeira vez que viu os animais. "Ele não tem o meu preconceito e paranoia. Eu fiquei encantado quando vi aquele pequeno cachorro zumbi dar à pata para ele várias vezes."

O pai orgulhoso acrescentou que agora fornece a ração para a criança e espera que um dia possa conseguir o tratamento para a condição de pele dos bichos para e assim levá-los para casa, onde pretende montar um abrigo. Enquanto isso, ele toma as precauções para desinfetar o filho depois de interagir com os cães.

Veja mais imagens no site abaixo
Fonte: http://poptrash.pop.com.br



domingo, 21 de setembro de 2014

Slackline Dog

Cachorro faz slackline melhor que você!

Foto Divulgação
Duvida?!
Bom, melhor que eu COM CERTEZA!
De tempos em tempos, aparece um cão que nos impressiona com suas habilidades.. Como o Ozzy, que sobe e se equilibra animadamente nas quatro patas em um lugar onde a maioria dos humanos não ousaria pisar com os dois pés.
Ok, é uma corda e não o tradicional slackline, mas mesmo assim ele arrebenta!

O peludo britânico de nome um tanto quanto pomposo, Osbert Humperdinck Pumpernickle, acabou entrando para o Guinness Book, o livro mundial dos recordes. Nick Johnson, de 51 anos, dono de Ozzy, vive em Norwich, na Inglaterra, e disse que não tinha experiência com adestramento. “Peguei tudo na internet”.









sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Cachorro de rua ajuda delegacia do Paraná a acabar com fugas de presos

O vira-lata Stive foi adotado há um ano em São José dos Pinhais, na RMC.
Cão ganhou uniforme da Polícia Civil e acompanha os policiais na viatura.

Desde que o Stive foi adotado pelos policiais, nenhum preso fugiu da delegacia (Foto: Thais Skodowski/ G1)
Um cachorro de rua é tido pelos policiais da Delegacia de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, como um dos fatores que ajudou a acabar com as fugas de presos. Stive, como é chamado, foi adotado há cerca de um ano. Mesmo sem treinamento especializado, ele sempre avisa os policiais quando algo estranho acontece.

“Ele sempre está alerta, se ele ouve algum barulho durante o plantão, ele já vai ver o que é. O Stive já impediu algumas fugas”, conta o investigador Marcos Minotto. A última fuga registrada na delegacia foi em março de 2013.


Cachorro acompanha os policiais na viatura (Foto: Thais Skodowski/ G1)
O vira-lata atende alguns comandos, acompanha os policiais na viatura e não deixa estranhos se aproximarem da carceragem. “Ele aprendeu tudo sozinho. A gente fala que tem preso tentando fugir e ele sai correndo e latindo. Se a gente o chama para uma ocorrência, ele vem”, conta Minotto.

Os policiais dizem que logo identificaram o "dom" de Stive para a profissão. “Nós escutamos um barulho na parte de frente da delegacia e fomos ver. Tinha um homem por ali, possivelmente iria furtar alguns objetos dos carros. Quando nos aproximamos do homem, o Stive veio da rua latindo pra o cara. Aí já chamamos o cachorro pra dentro e ele passou a fazer parte da equipe”, lembrou Miotto.

A investigadora Carla é quem cuida do Stive na delegacia (Foto: Carla Bittencourt/ Arquivo Pessoal)
Tanta dedicação é recompensada. Stive ganhou um uniforme com o distintivo da Polícia Civil, além de uma cama, atendimento veterinário, banhos e comida. A investigadora Carla Bittencourt é a responsável na delegacia pelo cachorro. “Ele é mimado, adora tomar banho. Também é muito esperto, não faz as necessidades no pátio na delegacia. Ele late para alguém abrir o portão, sai, aí late de novo, a gente abre e ele entra”.

Carla, que já adotou outros cinco cachorros – todos que apareceram em delegacias onde ela já trabalhou – conta que se depender dos policiais, Stive vai permanecer por muito tempo na delegacia. “Um advogado apareceu aqui e queria levá-lo. Eu até pensei em deixar, mas o pessoal aqui se revoltou e o Stive ficou. Agora esse advogado vem aqui, leva o cachorro pra tomar banho e depois nos devolve”, diz a investigadora.

Stive ganhou uma roupa com o distintivo da Polícia Civil (Foto: Thais Skodowski/ G1)

"Ele sempre está alerta, se ele ouve algum barulho durante o plantão, ele já vai ver o que é", conta Minotto. (Foto: Thais Skodowski/ G1)

Stive é o xodó da equipe de São José dos Pinhais (Foto: Thais Skodowski/ G1)


Por: Thais Skodowski do G1 PR




Você já viu um cão invisível?

Foto Reprodução Youtube
No Chile um grupo de protetores de animais promoveu uma ação para dar visibilidade à população de cachorros de rua que muitas vezes passa despercebida. O projeto “Estoy Aqui” teve como objetivo mostrar que os cachorros abandonados não devem ser invisíveis e fazer parte das nossas preocupações.

Os participantes da iniciativa colocaram balões coloridos nos pescoços dos cães de rua com mensagens de incentivo aos cuidados com os animais como “abraços” e “não me abandone”. A reação das pessoas foi surpreendente. Várias pararam o seu trajeto e para dar um pouco de atenção e carinho para os bichinhos que foram muito receptivos.

Toda essa articulação para que os cachorros invisíveis fossem vistos pela primeira vez foi registrada em um vídeo muito divertido que você confere aqui:






quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Cachorros de Rua - Saiba como ajudá-los

Veja algumas dicas para ajudar cachorros de rua.

Andar pela cidade, seja interior ou capital, praia ou sítio, e encontrar cachorros de rua pelo caminho é algo muito comum. Algumas pessoas sentem medo, outras querem brincar, outras, ainda, acabam acolhendo um cãozinho que precisa de ajuda. O mais interessante de observar, porém, é o quanto todas essas coisas também são sentidas pelos próprios cães de rua.

Geralmente, cachorros de rua não nasceram por lá; ele pode ter se perdido do seu dono durante um passeio, pode ter escapado de casa e não conseguido voltar e, além disso, também pode ter sido abandonado pelos seus donos. Ainda pode acontecer de o cão ser filhote de dois cães que não foram castrados antes de se perderem.

Foto Divulgação
O primeiro passo ao se deparar com um cachorro de rua é procurar se ele possui alguma plaquinha de identificação. Se ele tiver, é interessante entrar em contato com o telefone indicado na plaquinha e avisar o dono que o seu cachorro perdido foi encontrado.

Caso o cãozinho não possua nenhum tipo de identificação, o ideal é procurar contato com algum canil, abrigo ou associação de proteção aos animais que você conheça. Esses lugares costumam se responsabilizar pela retirada da rua e abrigam o cão até que ele encontre um novo lar. Abrigos de cachorros são encontrados facilmente em qualquer cidade.

O que mais posso fazer para ajudar um cachorro de rua?

  • Além de comunicar os órgãos mencionados acima, também é possível ajudar os cãezinhos de várias formas:
  • Doação de remédios, ração, ou até mesmo dinheiro para uma associação que você considera séria e responsável;
  • Compartilhar em redes sociais quando um cão tiver sido perdido ou encontrado sem identificação nenhuma;
  • Denunciar casos de abuso ou maus tratos de cães de rua;
  • Abrigar um cão temporariamente, caso sua casa possua estrutura para isso e você possa levá-lo a uma consulta ao veterinário primeiro;
  • Adotar. Muitas vezes, nem precisamos procurar um cão para chamarmos de nosso melhor amigo, ele mesmo vem até nós. Um cachorro de rua, tendo sua saúde bem cuidada, pode ser saudável e dócil como qualquer outro cãozinho adquirido em petshop.
  • Em uma situação desse tipo, é importante que se tome cuidado na hora de uma primeira aproximação, pela segurança da pessoa e do próprio cãozinho, que pode estar assustado demais ou até machucado. O mais importante, no entanto, é agir de alguma forma, seja recolhendo o cãozinho ou, ao menos, comunicando alguma instituição responsável por isso.

O cuidado deve seguir na chegada do cachorro de rua à casa. Mesmo o animalzinho podendo parecer saudável, ele pode trazer doenças transmissíveis às pessoas e aos outros animais da casa. Antes de o cachorro tirado da rua ser deixado em contato direto com todos do lar, é importante que ele passe por uma consulta ao veterinário.

Projeto de documentário busca conscientização sobre os cães vira-lata

Frequentemente vistos no abandono e descaso total, os cachorros vira-lata encontram no projeto batizado de Documentário Vira-Latas uma nova esperança; tendo em vista que o principal objetivo da ação é, justamente, o de conscientizar a população brasileira em relação aos cães vira-latas como uma forma de tentar diminuir o pouco caso com que estes animais ainda são tratados nos dias de hoje.

Foto Divulgação
Idealizado pelo publicitário Tiago Ferigoli, o projeto chega como uma nova ação de um plano que foi iniciado no ano de 2008, com o lançamento do livro de imagens chamado de “Vira-Latas: Os verdadeiros Cães de Raça” – que já tinha conscientização da população em foco. Deparando-se com o sucesso do livro, Ferigoli apostou mais uma vez no mundo dos cães SRD (sem raça definida) e construiu a marca Animi, que desenvolve e confecciona camisetas com imagens de vira-latas, tendo parte da renda de suas vendas revertida para o projeto do documentário.

Contando com a participação de diversas personalidades brasileiras e que se declaram amantes dos cãezinhos SRD – incluindo o ator Caco Ciocler, a atriz Juliana Didone, o comediante Danilo Gentili, o ex-BBB Mau Mau, o cantor e apresentador Ronnie Von e a apresentadora Babi Xavier – o Documentário Vira-Latas já é um filme pronto, e que aguarda verba para que o seu lançamento possa ser feito nas salas de cinema de todo o país.

Contando com a colaboração do site Kickante, o documentário recebe doações de pessoas que apóiem o projeto em troca de agradecimentos nos créditos do longa (e até brindes da marca Animi, de acordo com o valor doado à ação) – e deve ser o primeiro filme a ser lançado com aporte 100% popular.

Mostrando a realidade da vida dos cães vira-lata na atualidade – que engloba desde a situação de abandono até as condições que oferecem, hoje, os centros de controle de zoonoses – o Documentário Vira-Latas é uma nova esperança para mudar a vida de tantos animais que sofrem pelo simples fato de não terem uma raça definida: algo que ainda influencia muitos, embora não devesse ter relevância.

Clique já no link e FAÇA A SUA CONTRIBUIÇÃO para viabilizar o lançamento do Documentário Vira-Latas!!



Por Ricardo Tubaldini
Fonte: http://www.cachorrogato.com.br




sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cães aliviam dura realidade de moradores de rua

Eles protegem seus donos e muitas vezes são seus únicos amigos verdadeiros. Entenda por que o apego e a ternura entre homem e cachorro são mais fortes nas ruas.

Para quem vive nas ruas, cuidar de um cão pode ter diversas funções: no caso de Samuel, seus companheiros guardam a praça onde dorme e ajudam diariamente na busca por comida (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)

Era tarde da noite, Samuel dormia em sua barraca montada em um canto de uma praça na região central de São Paulo. Do lado de fora, um homem percebeu que o lugar estava vulnerável e resolveu aproveitar a oportunidade: se esgueirou pela fresta da tenda de lona e, com uma faca na mão, gritou ameaças. Assustado e com sono, Samuel pouco poderia ter feito para evitar o delito. Mas seu companheiro estava em alerta. Costela é um dos quatro cães que vivem com o morador de rua e guardam a praça de madrugada. Ele percebeu logo que o estranho era mal-intencionado. Não apenas latiu e rosnou para o homem, como também avançou em seu braço. Ao expulsar o invasor, Costela fez bem mais do que simplesmente proteger seu território. Ele também possivelmente salvou a vida de seu dono.


A proteção é apenas uma das facetas da relação mantida entre aqueles que vivem nas ruas e seus animais. Além de guardarem seus donos dos perigos, os cães se mostram seus companheiros inseparáveis. São muitas vezes considerados por essas pessoas como o único ser vivo no qual podem confiar plenamente. Em troca de todo o carinho e amor que recebem, eles dedicam a seus amigos humanos um grau de lealdade que parece não ter limites.

"Ela deve ter pedigree"

O carinho por Lobinha é tamanho que Samuel enxerga nela um cão com pedigree (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)
É o caso de Samuel e Lobinha, uma cadela preta que apareceu há cerca de sete meses na Praça Sam Rabinovich, no Bom Retiro. Estava tão desnutrida quando chegou que o morador do local precisou molhar a ração antes de alimentar o animal. Hoje, já forte e saudável, Lobinha virou o xodó do homem de 42 anos. “Ela me dá carinho. Gosta de tomar banho, ontem mesmo eu dei, também não pega pulga nem carrapato”, diz. A cadelinha é tão querida pelos moradores da região que já chegaram a oferecer R$100 por ela. “Não quis vender, me apeguei muito. Ela deve ter pedigree. Queria que fizesse um comercial”, comenta Samuel.

Há cerca de quatro meses, Lobinha entrou no cio e atraiu à praça três machos, que acabaram ficando por lá. O Brisa é branco e preto, tem um quê de dálmata e, segundo o morador, é o “dono do pedaço”. Ele protege a Lobinha quando ela está no cio e, em troca, conquistou o privilégio de ser o único a cruzar com ela. E pelo visto tem dado conta do recado: a cadela já espera filhotes. Os outros são o Costela, seu maior protetor, um cão bege de pêlo mais longo que, de acordo com Samuel, tem mais sensibilidade para descobrir a maldade nas pessoas, e o Alemão, também bege, de pelagem curta e porte menor. Irreverente, Samuel ensinou até inglês aos seus cães: ao invés de chamá-los pelo clássico “vem”, ele usa “come on” e, quando quer que parem, diz “stop”.

No trato com a comida é que a intensidade da relação homem-animal nas ruas fica mais evidente. É comum um mendigo ganhar um pão e, mesmo com fome, dividi-lo com seu cachorro. Samuel conta que, em sua busca diária por algo para comer, seus quatro amigos o ajudam muito. “Eles me avisam qual saco de lixo tem comida, começam a cheirar e a latir”, diz.


"Ele confia em mim"

Embaixo do viaduto onde vivem, Samuel e seu cachorro nutrem uma relação de íntima cumplicidade (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)
Longe dali, em outra parte da cidade, é possível verificar o mesmo apego entre os moradores de rua e seus animais. Embaixo do Viaduto Mofarrej, próximo à estação de trem Vila Leopoldina, moram em torno de dez pessoas. Ali, José Eduardo Sobrinho vive há nove meses com seu cão, o Jerônimo, que tem cerca de quatro anos. Assim como Lobinha, foi ele que veio de encontro ao dono: em uma rua próxima, José passou pelo animal, que desde então permaneceu ao seu lado. Ele afirma que os outros moradores do local não gostam de Jerônimo. “Acham que ele é viado, só porque ao invés de chegar lambendo parece que vem rebolando”, conta.

Mesmo não sendo tão bem tratado pelos amigos de José Eduardo, o cachorro não retribui da mesma maneira. O morador, de 33 anos, mencionou um episódio envolvendo um de seus colegas no qual a participação de Jerônimo foi decisiva. “Um dia, um amigo estava dormindo em um lugar meio alto e caiu, ralou todo o rosto. Ele veio e latiu para me avisar”, relata. Ainda assim, o vínculo mais forte e fiel é com o dono. Segundo ele, além de guardar seus pertences, o cão é seu maior companheiro. “Se for andando daqui até o Japão, ele vai junto”, diz. Nas palavras de José, a relação entre os dois é de amor, carinho, afeto e confiança. O motivo de tamanho envolvimento, de acordo com o homem, é simples: “porque ele confia em mim”.


"Ele tem o mesmo nome que eu"

Jow come do mesmo pão que o dono João Batista e protege sua carroça com unhas e dentes (Foto: Alexandre Severo/Ed. Globo)
Embaixo daquele mesmo viaduto, João Batista Dornellas vive com seu amigo canino, o Jow. O porte do animal sugere que corre sangue de rottweiler em suas veias. Quando não está ali, João costuma rodar pelas ruas da região com sua carroça em busca de materiais recicláveis, uma das poucas formas de juntar algum dinheiro lícito nas ruas. Aonde quer que vá, Jow o acompanha. “Ele guarda a minha carroça, só os amigos podem mexer. Se chegam perto de mim ele rosna”, diz o homem de 50 anos.

Ele afirma que seu cão é quem manda ali, basta pedir para “pegar” que ele avança, tanto em cachorros quanto em pessoas. Para demonstrar que não estava exagerando, gritou “pega” e, de imediato, o animal partiu para cima de Jerônimo. Antes que o outro pudesse se machucar, ordenou que parasse, e a resposta foi instantânea. Quando se vive nas ruas, ter um protetor leal, forte e obediente pode fazer toda a diferença.


O encontro dos dois aconteceu de forma inusitada há cerca de oito anos: o morador de rua andava com sua carroça por uma favela no bairro da Água Branca, próximo à Marginal Tietê, quando notou que a estrutura estava balançando. Quando foi checar, deu de cara com Jow comendo suas marmitas. Por incrível que pareça, não houve briga entre os dois, e desde então não se separaram. “Ele tem o mesmo nome que eu”, diz o homem, emocionado. “Esse cachorro é meu melhor amigo, ele me defende. É melhor que minha família”.


Fonte: http://revistagloborural.globo.com




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